sexta-feira, 12 de março de 2010

O Poder do Prana


É incrível como nessa vida corrida que levamos hoje em dia, as pessoas nem se lembram que respiram. É uma coisa totalmente automática. Uma respiração curta, limitada e que não oxigena o corpo e mente da maneira correta. O Prana é vida, é nosso maior poder interno de cura, é nosso combustível e alimento para a alma. Perceba que quando você está angustiado, ansioso, nervoso ou com raiva o seu nível de Prana é mínimo, então a situação somente piora, você perde toda a sua energia vital e junto com isso tudo perde-se Ojas o grande parceiro de Prana, aquele que controla toda a sua vitalidade. Grande parte dos distúrbios causados pelo stress e emoções negativas, poderiam ser evitados se as pessoas respirassem de forma correta. E além disso se dedicassem alguns minutos do seu dia aos exercícios de respiração, os Pranayamas. Afinal de contas, o Prana é o responsável por estarmos vivos, então vamos honrar esse poderoso sopro divino!

Abaixo uma pequena fábula sobre a importância de Prana.

"Certa vez, o Prana discutia com a Mente e os Sentidos. Cada um deles afirmava ser a parte mais importante do corpo, e todos se comportavam como um enxame de abelhas zangadas, competindo ruidosamente pela atenção do corpo. O Prana alertou os demais: Não se iludam - sou eu que mantém o corpo vivo. Sustento a vida divindo-me em cinco partes. Mas, na sua vaidade, a Mente e os Sentidos se recusaram a acreditar no Prana. Na tentativa de resolver a disputa, decidiram fazer uma experiência. Cada um deles iria deixar o corpo por um ano. Na volta, todos iriam julgar qual ausência havia provocado mais consequências no corpo.
A Fala saiu primeiro. Quando voltou, perguntou: Como vocês se viraram sem mim? Os outros responderam que, embora o corpo tivesse ficado mudo, todos haviam passado bem. Depois a Visão foi embora por um ano, e o corpo seguiu adiante, embora estivesse cego. Quando a Audição saiu, o corpo ficou surdo, mas mesmo assim continuou vivo e sadio. Mesmo quando a Mente saiu, o corpo sobreviveu, apesar de estar inconsciente.
Afinal chegou o momento de o Prana deixar o corpo. Quando ele começava a partir, a Mente e os Sentidos sentiram que sua energia também se esvaía: simplesmente não podiam resistir a força do Prana e foram levados a acompanhá-lo, como o enxame de abelhas que segue a rainha fora da colmeia. O corpo começou a morrer por causa disso. Não é necessário dizer que a Mente e os Sentidos pediram desculpas pela arrogância inicial e imploraram ao Prana para que ficasse. Concordaram, unânimes que o Prana era realmente a parte mais importante do corpo. "

3 comentários:

claudia candelot disse...

Não há harmonina sem calma; não há calma sem respiração adequada... Tão simples! E realmente a maioria de nós acaba esquecendo-se desse fato...
Passar por aqui sempre me acalma!
Adoro...

Namaste!

Tina disse...

Concordo com minha gemea...Esse espaço é tudo de BOMMMMM!

BEIJOS
TINA

Cris Tarcia disse...

Olá Fernanda, estou meditando e aprendendo a respirar, quando a situação esta dificil, paro e presto atenção na respiração, tem ajudado muito

Um abraço