domingo, 29 de novembro de 2009

Indian Faces & Polaroid





Indian Faces & Polaroid!
LOVE IT


*Eu sempre amei a máquina Polaroid e senti muito quando ela parou de ser fabricada.
Mas agora existe uma maneira fácil e divertida de transformar suas fotos em polaroids.
Basta clicar nesse link e fazer o download.


** Imagens:.Eric Lafforgue

sábado, 28 de novembro de 2009

Silence

Silence, unmoved and rising,
Silence, unmoved and sheltering,
Silence, unmoved and permanent,
Silence, unmoved and brilliant,
Silence, broad and immense like the Ganga,
Silence, unmoved and increasing,
Silence, white and shining like the Moon,
Silence, the Essence of Shiva.

~ Sivavakkiyar

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Que todos os seres sejam felizes...



LOKA SAMASTHA SUKHINO BHAVANTHU
Que todos os seres do mundo sejam felizes e prósperos.


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Inspiração:.Rachel Movitz









O trabalho da fotógrafa Rachel Movitz é apaixonante. Aprecie suas belas imagens e não deixe de entrar em seu mais novo blog , no qual ela contará as aventuras de sua família (com um baby!!) pelo sul da India.

Namaste!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Auto Massagem:.Abhyanga


O Ayurveda recomenda uma auto massagem com óleo vegetal prensado a frio (óleo de gergelim para os Vatas, óleo de côco para os Pittas e óleo de canola para os Kaphas) como parte da nossa rotina diária. Durando apenas alguns minutinhos, essa massagem funciona acalmando os dois sistemas mestres do corpo, o sistema nervoso central e o sistema endócrino. Talvez seja por esse motivo que Charak, um dos autores originais do Ayurveda, elogiava intensamente a prática de massagem a óleo diária conhecida como abhyanga. Charak ensinava que a abhyanga rejuvenesce a pele, tonifica os músculos, elimina impurezas e promove a juventude.

A melhor hora para a sua auto massagem é pela manhã, assim você inicia seu dia de uma maneira mais relaxada e presente. Tome um banho morno após a massagem, sem muito sabão. Sempre deixe uma película fina de óleo na pele.

Não deixe de incluir esse hábito tão importante no seu dia a dia. Pratique a auto massagem, e conheça melhor o seu próprio corpo.

Namastê!



Como fazer a sua auto abhyanga:

  1. Use o óleo mais indicado para o seu dosha. O óleo deve ser aquecido diariamente antes de ser usado. Uma maneira fácil de fazer isso é conservar o óleo numa pequena garrafa de plástico, tipo bisnaga. Aqueça o óleo colocando a garrafa em banho maria numa panela elétrica (como aquelas usadas para esquentar cera de depilação).

  2. Massageie todo o corpo com a palma da mão ao invés de usar as pontas dos dedos. Faça de um modo geral, movimentos circulares sobre as áreas arredondadas (articulações e cabeça) e movimentos retos sobre as áreas retas (pescoço, ossos longos). Exerça uma pressão moderada na maior parte do corpo e uma pressão leve no abdômen e coração.

  3. Comece pela cabeça. Derrame uma pequena quantidade de óleo nas mãos e massageie vigorosamente o couro cabeludo. Com a palma da mão, faça movimentos circulares na cabeça. Passe mais tempo massageando a cabeça do que as outras partes do corpo.

  4. Avance em direção ao rosto e à parte externa e interna do ouvido. Massageie essa área com suavidade.

  5. Massageie a parte da frente e a de trás do pescoço, bem como a região superior da coluna vertebral.

  6. Massageie vigorosamente os braços, empregando movimentos circulares no ombro e no cotovelo, e movimentos longos, para frente e para trás, no braço e antebraço.

  7. Agora massageie o peito e o estômago. Empregue um movimento extremamente suave e circular no coração e no abdômen. No abdômen faça sempre movimentos em sentido horário.

  8. Massageie as costas e a coluna vertebral. Você talvez não consiga, alcançar todos os pontos de suas costas, não se preocupe. Apenas faça o melhor que puder.

  9. Massageie vigorosamente as pernas, sempre com movimentos circulares no quadril, joelho e tornozelo. Na coxa e na batata da perna movimentos longos.

  10. Finalmente massageie os pés. Assim como a cabeça, essa é uma área de extrema importância na massagem. Fique um bom tempo massageando a sola do pé, com movimentos vigorosos.

  11. Depois da massagem, aguarde alguns minutinhos antes de entrar no banho morno.

domingo, 15 de novembro de 2009

Incredible India



I miss, miss, miss Mother India...

Pensamento do dia


How can one enjoy something in the state of fear?
Only a union with your own freedom, your own Self
is a wedding which will see no separation.
Very few people will celebrate such a wedding.
And this union can only take place
after the
cremation of the world of objects.
Then Lord Nataraja will dance

On the rubble of the destroyed world.

Then samsara (wordly illusion) is over.
Then all is over and the Self is realized.


~ H.W.L. Poona

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Dica de Blog:. O Guia Verde


Esse blog é genial.
Tudo o que você precisa saber sobre orgânicos, sustentabilidade, reciclagem e etc...
Ou seja, TUDO e mais um pouco sobre o mundo verde.
Vai lá!

>> O Guia Verde

Bom final de semana!
Namaste

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Da Argila ao Pote

Quando li pela primeira vez esse texto escrito pela minha querida amiga Tereza Freire, sabia que ele teria que ser postado aqui.
Não deixe de ler e se inspirar.
Vedanta
é para mim um presente divino.
Aproveite e reflita!

Harih Om!

Sofremos da síndrome do potinho. Se, ao invés de humanos, nascêssemos como potes de argila dotados de mente, pensaríamos mais ou menos assim: "sou um ínfimo potinho, vulnerável, esquecido numa prateleira qualquer da cozinha, muito inferior aos outros potes que existem na casa".

O que não sabemos é que os demais potes, por maiores e enfeitados que sejam, também se sentem muitas vezes inferiores a outros potes. Também se acham mofados e esquecidos no porão daquela casa onde os donos vivem viajando.

Pensamos que somos um pobre potinho e queremos ser o outro, maior, mais decorado e atraente. Queremos ter a forma do outro, a função do outro, o design do outro. Morremos de medo de cair da prateleira e quebrar. Ou pior, de sermos esquecidos ou jogados fora...

Vivemos com medo porque não sabemos que antes de sermos pote, somos argila. Apenas estamos, transitoriamente, na forma de pote. Como potes, nos sentimos limitados. Mas, se quebrarmos, continuaremos a ser argila. Portanto, não há nada a temer.

O pote está para a argila assim como o corpomente está para o Ser. Por conta da ignorância existencial, confundimos o corpomente, com todas as suas limitações e dificuldades, com o Ser que somos, e acabamos por atribuir ao Ser, que é intrinsecamente ilimtado e pleno, as limitações inerentes ao corpomente.

E não devemos querer ser mais do que argila porque a argila é perfeita em si mesma. Ela é o Todo! Nós já somos as pessoas que queremos ser, perfeitas dentro das nossas imperfeições. Porque o nascimento em si já é um big bang. Já é uma forma perfeita nesta ordem chamada Universo.

Cada dia de nossa vida é um milagre. Cada pensamento, cada palavra, cada gesto, faz parte desta ordem. Faz parte deste Ser. Nosso dharma é agir, disto não podemos fugir. Nosso svadharma é compreender aquilo que é correto fazer na vida, a cada momento.

Mas que seja por escolha e nunca por falta de opção, porque somos importantes demais para vivermos de forma mecânica e sem sentido. É preciso achar o sentido das coisas. Mesmo daquelas que, aparentemente, sejam simples e sem importância.

Não estamos sozinhos nunca porque fazemos parte desta ordem chamada Ishvara. Nascemos por uma complexa combinação de punya e papa, méritos e deméritos. Existe uma razão. Portanto, não precisamos desperdiçar as nossas vidas, ou descartá-las como se elas não tivessem valor.

Elas fazem todo o sentido do mundo. E como somos interligados, como as ondas que fazem parte do mesmo mar, cada gesto importa, e muito. Cada palavra, cada pensamento faz toda a diferença. Tudo o que eu fizer, e ainda o que deixar de fazer, reflete-se na ordem. Portanto, ao invés de lamentar pelo que não temos, devemos nos centrar em apreciar aquilo que temos.

Neste momento, agora, ser feliz agora, sabendo que o que tenho é aquilo que me cabe naquele determinado momento e não precisa ser diferente, já que a ordem é justa e adequada, sempre.

Devemos tirar as amarras, as cordas que fazem com que sejamos como o elefante que pensa que a frágil corda que o segura desde pequeno é capaz de detê-lo quando grande. Ou como a águia que foi criada como galinha e ignorava que seu dharma era voar.

Algo que une os humanos é a procura pela felicidade, pela libertação dos condicionamentos. Por nos livrar desse complexos de potinho, desse sentimento de insignificância, dessa ideia de sermos limitados. De nos livrar de nossas amarras e viver, finalmente, cada dia como uma obra de arte, dando pequenas pinceladas, errando e tentando de novo, descobrindo novos acordes, surfando ondas diferentes, sendo pessoas melhores.

Sendo melhores amigos, pais, filhos, irmãos. Sendo, de fato, um reflexo desta ordem maravilhosa na qual fazemos parte. Somos tão perfeitos como as ondas do mar. Somos completos e plenos como a Natureza. Somos livres como os pássaros e auto-efulgentes como o Sol, que brilha com luz própria. Apenas estávamos esquecidos disso.

Tirando a plenitude da plenitude
Resta apenas plenitude...
Harih Om!

**Texto originalmente publicado no site yoga.pro, postado aqui com a aprovação da autora.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Suco de Luz


Com esse calor tenho tomado litros de suco de luz, também conhecido como suco verde, suco vivo e etc... Me sinto totalmente revigorada! Sim, ele está na moda e virou febre entre os Yogis e naturebas em geral. Realmente faz um bem enorme a saúde e pode ser benéfico para os três doshas. Especialmente para os Pittas e Vatas. Experimente fazê-lo em casa, e inclua esse delicioso e saudável habito no seu dia a dia. É quase uma meditação.
Ah e prefira SEMPRE os orgânicos!

Abaixo a receita da querida Lucia Ehlers da Tenda da Semente que foi publicada originalmente na revista Prana Yoga Journal.

Receitinha Suco de Luz

Ingredientes:
  • 1/ chuchu sem casca (ou 1/2 pepino com casca)
  • 2 maçãs com casca
  • 1 dedo de gengibre sem casca
  • 1 cenoura (para usar como socador)
  • 2 folhas de couve
  • 1 talo de salsão
  • 1 punhado de salsa
  • 1 punhado de hortelã
  • 1 punhado de sementes germinadas
  • 1 punhado de grama de trigo (clorofila)
  • 1 inhame pequeno
Passo a passo:
  1. Separe as frutas e verduras.
  2. Prepare os germinados.
  3. Pique as maçãs, o chuchu ou pepino, o gengibre e bata no liquidificador socando com uma cenoura.
  4. Despeje o líquido no coador.
  5. Coe.
  6. Volte o líquido no coador.
  7. Pique as folhas.
  8. Colha a grama.
  9. Junte as outras folhas verdes e a grama do trigo.
  10. Junte os germinados.
  11. Bata tudo socando com a cenoura e no final bata a cenoura também.
  12. Coe apertando bem. (Coador de pano)
  13. Tome em seguida!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Vakratunda Mahakaya

Vakratunda Mahakaya
Suryakoti Samaprabha
Nirvighnam Kurume Deva

Sarva
Karyeshhu Sarvada


Oh Lord Ganesha,
Who possesses a large body (mahakaya),
A curved trunk (vakratunda),
Who shines with the brilliance of a million suns (surya koti)!
Please make all my work free of obstacles, always.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Pensamento do dia


If you use your mind to try and understand reality.
You will understand neither your mind nor reality.
If you try and understand reality without using your mind.
You will understand both your mind and reality.


~Bodhidharma

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Sheetali:.Pranayama para Pitta


Nesse calor do verão, as pessoas de constituição Pitta tendem a ficar mais irritadas, impacientes e sofrem muito com as temperaturas altas. De acordo com o Ayurveda, existem várias dicas diárias que neutralizam esses efeitos, como uma boa auto-massagem com óleo de côco para resfriar o organismo, principalmente na cabeça e também uma alimentação fresca, com muitos sucos verdes, frutas e saladas, abusando dos sabores doce, amargo e adstringente. Tudo isso deve ser feito diariamente, assim como esse exercício de respiração chamado Sheetali ou Sitkari.

Esse exercício ajuda a acalmar corpo e alma, emocional e fisicamente. O nome sânscrito para a respiração calmante, Sheetali pode ser traduzido como "calma", e indica o efeito que ela tem sobre os estados coléricos da mente e emoções, tão comuns nesse dosha.

Se não conseguir fazer o enrolamento da língua da respiração Sheetali, não se preocupe é um fator genético e muitas pessoas não conseguem, tente então a respiração sibilante ou Sitkari que reproduz os mesmo efeitos refrescantes e calmantes.

Embora as reações estressantes como a raiva sejam fatos inevitáveis da vida, não permita que elas absorvam a sua energia vital. Na próxima vez que sentir raiva, impaciência e calor interno, pare por um momento e faça um dos exercícios calmantes abaixo. Além de acalmar o corpo e as emoções, eles levam oxigênio extra ao cérebro, assim você consegue enfrentar uma situação difícil com muito mais clareza.


Sheetali

  1. Sente-se com a coluna ereta. Coloque a língua um pouco para fora dos lábios. Tente virar para cima as laterais da língua e formar com elas um canudo. Se for difícil tente a opção abaixo.
  2. Lever ar para dentro da boca através do canudo formado com a língua, como se estivesse bebendo alguma coisa com um canudinho.
  3. Expire por ambas as narinas. Repita de três a cinco vezes e depois relaxe.


Sitkari

  1. Sente-se como antes, com a coluna ereta. Abra um pouco a boca; em seguida dobre a língua para trás de forma que a ponta toque o pedaço do céu da boca que fica trás dos dentes.
  2. Tente juntar os dentes e inspire inalando o ar pela boca, fazendo um som sibilante
  3. Expire imediata e lentamente por ambas as narinas. Repita de três a cinco vezes e em seguida relaxe.

*Algumas informações contidas aqui, foram retiradas do livro "Os Segredos da Respiração" de Swami Saradananda.